Estrada, Nacional

Grande Prémio Jornal de Notícias: O desafio final no fecho da temporada

Grande Prémio Jornal de Notícias: O desafio final no fecho da temporada

Análise das etapas

Prólogo: Figueira da Foz (Praia de Quiaios) – Figueira da Foz (11,3 quilómetros)

A prova começa com um prólogo que irá logo efetuar as primeiras diferenças entre os ciclistas. O prólogo não é totalmente plano, sendo que a primeira metade tem algumas rampas que poderão causar dificuldades a alguns dos ciclistas. A segunda metade será plana e quem não esteve tão bem na primeira parte poderá retificar algum do tempo perdido nesta parte rápida do prólogo.

Perfil do Prólogo.
Fonte: Infografia do Jornal de Notícias

1ª Etapa: Gondomar – Gondomar (143,7 quilómetros)

Ao segundo dia de prova chega a etapa mais longa desta edição. Os ciclistas irão ter aqui uma das etapas que pode ajudar a decidir o rumo da classificação, sendo que irão ter um percurso algo ondulado nesta primeira tirada em linha. A etapa será feita quase toda em torno das margens do rio Douro, e os ciclistas ultrapassarão duas contagens de montanha em Meda (3ª Categoria) e em Capela (2ª Categoria), no entanto esta última encontra-se a sensivelmente 50 quilómetros da meta e não provocará grandes movimentações no pelotão. O vento poderá marcar a sua presença nesta etapa e não será de se descurar que seja um fator decisivo para a etapa.

Perfil da 1ª Etapa.
Fonte: Infografia do Jornal de Notícias

2ª Etapa: Santo Tirso – Santo Tirso (98,9 quilómetros)

Ao terceiro dia de competição aparece a etapa que poderá marcar as maiores diferenças na competição. É uma etapa curta, mas cheia de dureza, visto que existirão 4 contagens de montanha com dupla passagem em: Vilar de Luz (3ª Categoria) e Nossa Senhora da Assunção (2ª Categoria). A etapa terminará em alto na segunda passagem pelo alto da Nossa Senhora da Assunção, onde se espera bastante espetáculo e vários ataques que vão começar a decidir a classificação geral da prova.

Perfil da 2ª Etapa.
Fonte: Infografia do Jornal de Notícias

3ª Etapa: Porto – Ovar (Praia do Furadouro) (56,3 quilómetros)

O quarto dia de competição traz-nos duas etapas. De manhã bem cedo os ciclistas irão ter uma curta tirada entre o Porto e Ovar, uma etapa que será efetuada a um ritmo elevado, visto que não irá existir nenhuma contagem de montanha categorizada ao longo dos 56,3 quilómetros. O único local que poderá propiciar alguma dificuldade durante a tirada será mesmo o Alto dos 17, no entanto espera-se uma chegada ao sprint na Praia do Furadouro.

Perfil da 3ª Etapa.
Fonte: Infografia do Jornal de Notícias

4ª Etapa: Ovar (Praia do Furadouro) – Águeda (66,5 quilómetros)

Da parte da tarde teremos outra tirada curta, no entanto afigura-se uma etapa menos dura que a efetuada da parte matinal e que será igualmente corrida a ritmo elevado. A etapa da tarde também não conta com nenhuma contagem de montanha categorizada, no entanto a chegada não será efetuada totalmente em plano. Espera-se, também, uma chegada ao sprint nesta etapa.

Perfil da 4ª Etapa.
Fonte: Infografia do Jornal de Notícias

5ª Etapa: Viana do Castelo – Viana do Castelo (139,6 quilómetros)

Ao quinto dia de competição a tirada não oferecerá grandes dificuldades ao pelotão, sendo que a única contagem de montanha do dia, São Bento (3ª Categoria), está colocada a mais de 70 quilómetros da meta, e após a descida serão sensivelmente 60 quilómetros de terreno quase plano até à meta, existindo alguns topos, no entanto não deverão marcar diferenças entre os favoritos. O dia pode ser protagonizado por uma fuga extensa que poderá levar de vencida a tirada, no entanto as equipas dos sprinters também tentarão controlar o pelotão para mais uma chegada ao sprint.

Perfil da 5ª Etapa.
Fonte: Infografia do Jornal de Notícias

6ª Etapa: Valongo – Valongo (132,7 quilómetros)

No penúltimo dia de competição teremos mais uma das etapas decisivas da prova com um percurso algo ondulado. A tirada contará com a passagem pela Serra da Agrela (3ª Categoria) a menos de 20 quilómetros do final onde poderão existir diferenças entre os mais fortes do pelotão e poderá ser um local onde alguns dos favoritos poderão retificar algum do tempo perdido em dias anteriores.

Perfil da 6ª Etapa.
Fonte: Infografia do Jornal de Notícias

7ª Etapa: Maia – Vila Nova de Gaia (Praia da Madalena) (133,7 quilómetros)

Para fechar a prova teremos uma tirada bastante acidentada e que terá a particularidade de ter o seu último troço junto à costa, o que será propício a cortes no pelotão devido ao vento. Sendo esta a última etapa, e com o fator vento em jogo, tem tudo para ser uma etapa efetuada a alto ritmo e onde poderão existir algumas surpresas. A única dificuldade categorizada do dia será o Alto do Relógio (3ª Categoria) a sensivelmente 90 quilómetros do final.

Perfil da 7ª Etapa.
Fonte: Infografia do Jornal de Notícias
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