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O pelotão nacional volta às estradas da Serra da Arrábida

A 9ª edição do Troféu Internacional da Arrábida, arranca já amanhã em Palmela e 153,9km depois os ciclistas vão chegar ao Castelo de Sesimbra, num final que vai dar espetáculo.

© Federação Portuguesa de Ciclismo – cartaz do Troféu Internacional da Arrábida 2025

Na linha de partida vão estar 18 equipas, as 12 equipas continentais, as 10 portuguesas: Anicolor/Campicarn (POR), Aviludo-Louletano-Loulé (POR), Credibom/LA Alumínios/Marcos Car (POR), Efapel Cycling (POR), Feira dos Sofás-Boavista (POR), GI Group Holding-Simoldes-UDO (POR), Óbidos Cycling Team (POR), Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua (POR), Team Tavira/Crédito Agrícola (POR). Além das nacionais, vão estar presentes duas equipas sub-23: UAE Team Emirates GenZ (UAE) Movistar Team Academy (ESP). Vão também estar presentes 6 equipas de clube: Porminho Team Sub-23 (POR), Santa Maria da Feira/Moreira/Bolflex/E.Leclerc (POR), Earth Consulters/Maia/Frutas Monte Cristo (POR), High Level-Gsport-Grupo Tormo (ESP), Cortizo-Club Ciclista Padronés Cortizo (ESP), Caja Rural-Alea (ESP)

A equipa de desenvolvimento da UAE repete a participação, depois de o ano passado ter vencido a corrida, através de Luca Giaimi, que recentemente foi assinou contrato profissional com a equipa principal.

Fica a conhecer o percurso!

© Federação Portuguesa de Ciclismo – Perfil do 9º Trofeu Internacional da Arrábida

Os 153,9 Km que os ciclistas têm pela frente são muito acidentados, e, apesar de apenas haver três prémios de montanha em disputa, o terreno é muito sinuoso e com certeza irá dar muito espetáculo na Serra da Arrábida.

Após ser dado o tiro de partida, os ciclistas têm cerca da 40 km planos pela frente, até encontrarem a primeira dificuldade, uma subida não categorizada em Palmela. Logo a seguir, ao quilometro 51, vamos ter o primeiro premio de montanha: a subida a ao Alto de São Paulo 2,4km a 6,4%.

© Pro Cycling Stats – Perfil do Alto de São Paulo

Depois os ciclistas continuam o sobe e desce constante até ao quilometro 80, onde os ciclistas vão ter de superar a subida mais longa da corrida: a subida à Arrábida, 6km a 5,2%

© Pro Cycling Stats – Perfil da subida da Arrábida

A 15 quilómetros do final está localizado o último prémio de montanha: a subida de Assenta, 500m a 12,4 %.

© Pro Cycling Stats – Perfil da subida de Assenta

No último quilometro, já na aproximação ao Castelo de Sesimbra, os ciclistas vão ter os últimos 540 m a 7,4%. Este final irá sem dúvidas fazer com que o vencedor final seja ainda mais enigmático.

Os principais favoritos a suceder a Luca Giaimi:

©  Federação Portuguesa de Ciclismo – Pódio da edição de 2025

O vencedor da corrida irá ser um ciclista que suba e desça bem, esteja habituado a este terreno sinuoso e que tenha um bom punch para a subida final. Posto isto, nomes como Afonso Silva (Team Tavira / Crédito Agrícola), Artem Nych e Alexis Guerin (Anicolor / Campicarn), David Peña (Efapel Cycling), Albert Roca (Caja Rural-Alea), Nicolás Tivani (Aviludo – Louletano – Loulé), Ugo Fabries (UAE Team Emirates Gen Z).

Além destes ciclistas, outros podem surpeender, como Martin Solhaug Hansen (Club Ciclista Padronés – Cortizo), Tiago Antunes e Diogo Gonçalves (Efapel Cycling), Pedro Silva (Feira dos Sofás – Boavista), Andoni López e Rubén Fernández(Anicolor / Campicarn), Adrián Bustamante (GI Group Holding – Simoldes – UDO), Tomas Contte (Aviludo – Louletano – Loulé), Daan Dijkman e Enea Sambinello (UAE Team Emirates Gen Z), Roger Pareta (Movistar Team Academy).

Quanto ao estado do tempo, à espera dos ciclistas vai estar um céu nublado, com possibilidade de chuva durante a corrida, o que pode dificultar ainda mais a vida aos ciclistas que não se adaptem bem a estas condições meteorológicas.

A Portuguese Cycling Magazine vai estar presente na corrida para fazer o acompanhamento ‘in loco’.

Foto de capa: CyclingVision