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Fica a conhecer o 8º GP Internacional Beiras e Serra da Estrela!

A 8ª edição do GP Internacional Beiras e Serra da Estrela sai já amanhã para a estrada, numa espécie de ‘fim de semana prolongado de ciclismo’, já que a corrida contará com três etapas.

A corrida beirã vai ter um total de 553,7 km, e vai ligar Mêda à Guarda. Estes três dias irão contar com muita dureza, destaque para a subida à Torre na última etapa.

Fica a conhecer o percurso!

Etapa 1: Mêda – Forno de Algodres (192,8 km)

Perfil da 1ª etapa. © Site da corrida

A primeira etapa, apesar de não ter nenhuma grande subida, tem a sua dureza distribuída ao longo dos cerca de 192 Km, através das sucessivas pequenas subidas e descidas.

Apesar das inúmeras subidas ao longo do percurso, apenas duas estão categorizadas, as subidas a Vale Alfonsinho (3,8 km a 5,3%) e a Castelo Rodrigo (2,8 Km a 6,4%).

Os perfis das subidas categorizadas da 1ª etapa. © ProCyclingStats

Estão também instaladas duas Metas Volantes, em Pinhel e Celorico da Beira.

O final, bastante explosivo, em Fornos de Algodres irá marcar as primeiras diferenças para a classificação geral.

Etapa 2: Sabugal – Fundão 174,7 km.

Perfil da 2ª etapa. © Site da corrida

Ao contrário da etapa anterior, a dureza principal desta vai estar concentrada nos últimos 50Km, com as subidas categorizadas de Castelo Novo (3 Km a 6,1%) e Alpedrinha (6,3 Km a 3,8%).

Os perfis das subidas categorizadas da 2ª etapa. © ProCyclingStats

Além destas subidas categorizadas, está instalada uma meta volante em Alcaide, também no topo de uma subida, ainda que mais curta.

A corrida termina no Fundão, num final bastante técnico, mas menos duro que a etapa anterior.

Etapa 3: Gouveia – Guarda 186,2 Km

Perfil da 3ª etapa. © Site da corrida

É na etapa final que se irá decidir a classificação geral, já que esta contará com 4 728 m+ de acumulado.

Logo no início da etapa os ciclistas terão pela frente a subida a Folgosinho (10,7 Km a 6,8%). Seguem se cerca de 55 Km de descida e vale, com algumas curtas subidas pelo meio.

Perfil da 1ª subida da etapa © ProCyclingStats

Tendo sido percorridos 66,3 Km, os ciclistas irão passar pela Meta volante instalada na Covilhã e seguirão para o grande ‘monstro’ do dia, a subida ao Alto da Torre (20,6 Km a 6,5%).

Perfil da subida ao Alto da Torre © ProCyclingStats

Apesar de estar localizada a meio da etapa, a mítica subida ao ponto mais alto de Portugal continental irá com certeza marcar a corrida pela sua dureza.

Depois da descida do Alto da Torre e cerca de 30 Km de vale, os ciclistas têm pela frente os derradeiros 35 Km. Estes quilómetros finais estão marcados, mais uma vez, pelo sobe e desce constante e pela dureza. No total serão passadas 4 subidas não categorizadas.

No sopé da última subida, em Maçainhas, está instalada a última meta volante.

A corrida irá terminar na cidade mais alta do país, na Guarda, a cerca e 1056 metro de altitude. Aqui, será coroado o vencedor da 8ª edição do GP Internacional Beiras e Serra da Estrela.

Quem irá suceder Alexis Guerin?

Alexis Guerin, vencedor da edição de 2025, pode revalidar o título este ano.
Foto: Igor Martins

A verdade é que o ciclista francês da Anicolor / Campicarn pode acabar por revalidar o título, uma vez que é um dos grandes candidatos, a par de Artem Nych (Anicolor / Campicarn), Jesús David Peña (Efapel Cycling),  Domeneco Pozzovivo (Solution Tech NIPPO Rali) e Sergio Chumil (Burgos Burpellet BH), que venceu na chegada à Torre na Volta a Portugal de 2024.

Além destes, outros nomes podem acabar por se destacar ao longo dos três dias, como: Santiago Umba (Solution Tech NIPPO Rali), Mikel Bizkarra e Jon Agirre(Euskaltel – Euskadi), Eric Antonio Fagúndez (Burgos Burpellet BH) e Iván Cobo (Equipo Kern Pharma).

A verdade é que a dureza da corrida, especialmente da última etapa, não dá espaço a grandes surpresas e o vencedor acabará por ser o ciclista mais forte.

Por outro lado, esta dureza irá com certeza trazer uma luta pela classificação de montanha bastante animada uma vez que a maioria dos Prémios de Montanha estão alocados nas partes inicias das etapas, permitindo à fuga sonhar com esta classificação secundaria.

Equipas presentes

Na linha de partida em Mêda estarão presentes 19 equipas, que se dividem da seguinte forma: As 10 UCI Continentais nacionais: Anicolor/Campicarn , Aviludo-Louletano-Loulé, Credibom/LA Alumínios/Marcos Car, Efapel Cycling, Feira dos Sofás-Boavista, GI Group Holding-Simoldes-UDO, Óbidos Cycling Team, Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua, Team Tavira/Crédito Agrícola. A estas, juntam se a internacionais do mesmo escalão: Sidi Ali – Unlock Sports Team (Argélia). NU –  Colombia (Colômbia), Meridian Racing p/b de la Uz (USA),  Solution Tech NIPPO Rali (Itália), China Anta – Mentech Cycling Team (China), Victoria Sports Pro Cycling (Filipinas). Por ser uma corrida internacional, as quatro equipas espanholas UCI Pro-Continentais, marcam presença, aumentando a qualidade deste pelotão. São elas: Team Caja Rural – Seguros RGA, Team Kern Pharma, Burgos BH, Euskaltel – Euskadi.

GP Internacional Beiras e Serra da Estrela em direto!

Este ano a corrida vai ser transmitida em direto. © Site da corrida

Este ano a corrida vai ter transmissão em direto grátis na aplicação da DAZN e no canal V+, permitindo assim que os fans de ciclismo possam acompanhar mais facilmente a corrida.

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