Julho de 2025
O mês ficou condicionado pela queda de João Almeida na Volta a França, que o obrigou a abandonar antes mesmo da chegada à alta montanha. O ciclista da UAE Team Emirates mostrava-se em excelente forma, preparado tanto para apoiar Tadej Pogačar como para lutar por uma boa classificação geral, mas o azar bateu-lhe à porta na prova rainha do ciclismo.
Apesar deste revés, houve boas notícias na Grande Boucle. Nélson Oliveira completou a sua 22.ª participação em grandes voltas, adicionando mais uma presença no Tour e reforçando o seu estatuto como um dos corredores mais experientes e fiáveis do pelotão.
Na Volta à Áustria, Rui Costa voltou a mostrar o seu faro competitivo, terminando em 2.º lugar na última etapa após integrar a fuga. Já em solo espanhol, António Morgado destacou-se com dois resultados de relevo: 3.º lugar na Prueba Villafranca – Ordiziako Klasika e 10.º na Volta a Castilla y León, prova em que Rui Oliveira também brilhou, alcançando um sólido 7.º lugar.
Em território nacional, houve também resultados de relevo: na Volta a Portugal Feminina, Rafael Queirós (AtumGeneral / Tavira / SC Farense) destacou-se com um excelente 5.º lugar final, ficando a menos de 30 segundos da vencedora Jasmin Liechti (NEXETIS).

No Grande Prémio Torres Vedras – Troféu Joaquim Agostinho, Rafael Reis (Anicolor / Tien 21) venceu o prólogo inaugural no Turcifal, enquanto Afonso Silva (APHotels & Resorts / Tavira / SC Farense) triunfou na última etapa, com chegada a Torres Vedras. Na classificação geral, o melhor português foi Tiago Antunes, que concluiu a última corrida antes da Volta a Portugal no 6.º lugar.


O mês de julho terminou de forma surpreendente. João Paulo Silva (Óbidos Cycling Team) brilhou ao conquistar o GP Mortágua – Pedro Silva, proporcionando à equipa de clube uma vitória inesperada e de grande relevo.



