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Volta a Portugal Feminina Cofidis: A prova rainha está de volta!

Volta a Portugal Feminina Cofidis: A prova rainha está de volta!

Volta a Portugal Feminina: Tudo o que precisas de saber sobre as etapas!

A edição deste ano contará com 386,4 quilómetros distribuídos pelas 5 etapas anteriormente referidas. A prova contará, maioritariamente, com etapas planas, sendo que as 2 últimas tiradas serão as mais acidentadas da prova, no entanto o prólogo pode afigurar-se como sendo a etapa que ajudará a decidir a prova com as diferenças efetuadas entre as atletas.

Prólogo: Lisboa (5,3 quilómetros) – 13 de setembro

O certame abre com um prólogo, em torno da Universidade Técnica, que irá efetuar as primeiras diferenças entre as ciclistas e que poderão ser cruciais no desfecho da corrida. O esforço individual será curto e será quase sempre a rolar, no entanto começa e acaba em ligeira subida. O percurso será algo técnico contando com algumas rotundas e viragens dentro do último quilómetro.

Perfil do Prólogo.
Fonte: UVP – Federação Portuguesa de Ciclismo

1.ª Etapa: Portela (Loures) – Vila Franca de Xira (85 quilómetros) – 14 de setembro

A segunda tirada da prova será a etapa que, em teoria, poderá acabar ao sprint num grupo algo numeroso, porém a única dificuldade categorizada do dia aparecerá a 25 quilómetros da meta, com a passagem por São Domingos de Carmões (3.ª Categoria). Essa contagem de montanha será um local onde poderão existir ataques e o pelotão eventualmente quebrar, caso isso aconteça um grupo mais reduzido de ciclistas poderá chegar isolado à meta e discutir a vitória na primeira etapa em linha. A etapa contará, ainda, com uma Meta Volante, em Póvoa da Galega.

Perfil da 1.ª Etapa.
Fonte: UVP – Federação Portuguesa de Ciclismo

2.ª Etapa: Torres Vedras – Caldas da Rainha (100,4 quilómetros) – 15 de setembro

A terceira jornada reserva às ciclistas um dia mais complicado que o anterior, contendo mais complicações orográficas. As dificuldades montanhosas categorizadas só aparecerão na segunda metade do dia, com as passagens por Casal Pardo e Casal da Marinha (ambas de 3.ª Categoria), porém a chave da etapa poderá ser uma dificuldade não categorizada à entrada das Caldas da Rainha que promete ser um local onde as equipas que estejam mais interessadas em endurecer o ritmo da corrida possam cortar o pelotão e fazer algumas diferenças. A etapa contará, ainda, com uma Meta Volante, no Bombarral.

Perfil da 2.ª Etapa.
Fonte: UVP – Federação Portuguesa de Ciclismo

3.ª Etapa: Aveiro – Águeda (111,3 quilómetros) – 16 de setembro

Ao quarto dia de competição as ciclistas irão ter uma etapa maioritariamente plana, porém os últimos quilómetros serão um autêntico carrocel, e que, aliando ao facto da jornada ser a tirada mais longa da prova, poderão provocar diferenças entre as atletas. A chegada será feita em ligeira subida e, também, poderá originar cortes entre as ciclistas que estiverem imiscuídas no grupo principal e não se é de descartar que possa chegar uma atleta isolada à linha de meta. A etapa conta com uma contagem de montanha de 3.ª Categoria, em Vale de Avim, a sensivelmente 40 quilómetros da meta e, ainda, 2 Metas Volantes em Cantanhede e Sangalhos.

Perfil da 3.ª Etapa.
Fonte: UVP – Federação Portuguesa de Ciclismo

4.ª Etapa: Murtosa – Gondomar (84,4 quilómetros) – 17 de setembro

O último dia de competição tem tudo para ser um dia alucinante. O percurso é propício a movimentações a partir da entrada em Santa Maria da Feira, com constante sobe e desce. A primeira das contagens de montanha, de 3.ª Categoria, aparecerá pouco depois da entrada na Feira, em São João de Ver, sendo uma contagem de montanha que conta com algumas curvas, e com zonas com alguma inclinação. A partir daí até à Corga do Lobão as ciclistas irão enfrentar uma descida algo técnica, no seu miolo, e mais um troço em subida, a caminho da Corga do Lobão. Após a passagem pela Corga do Lobão existirá mais um segmento em subida até Vila Maior, onde as ciclistas irão começar a efetuar uma descida sinuosa, com curvas e estreitamentos de estrada, por Sandim até Lever. Após a descida o terreno será ondulado e a menos de 15 quilómetros da meta será transposta mais uma 3.ª Categoria, desta feita, em Gens. De Gens a Gondomar o terreno será maioritariamente plano, no entanto o final de etapa tem reservado às ciclistas uma chegada de 2,3 quilómetros em subida, que promete fechar as contas da vitória em grande, esperando-se uma chegada apoteótica ao Multiusos de Gondomar, onde será coroada a nova vencedora da Volta a Portugal Feminina. A etapa contará, ainda, com uma Meta Volante, em Rio Meão.

Perfil da 4.ª Etapa.
Fonte: UVP – Federação Portuguesa de Ciclismo
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