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PCM Entrevista: Mário Costa e o estado atual do ciclocrosse em Portugal

PCM Entrevista: Mário Costa e o estado atual do ciclocrosse em Portugal

A categoria das provas em Portugal

Na temporada de 2017/2018 Portugal acolheu uma prova, Ciclocrosse Internacional de Valongo, que fez parte do calendário internacional da UCI, estando presente na classe C2. No entanto, a prova não teve continuidade, sendo que para Mário Costa a prova pouco não acrescentou nada no panorama nacional.

No ponto em que estamos, essa prova internacional não acrescentou nada, estamos na mesma com essa prova ou sem essa prova, nós enquanto comunidade devemo-nos preocupar em ter cada vez mais provas e dar mais qualidade a essas provas e depois daí quando nós tivermos 30 provas e dessas 30 provas acharmos que determinada prova não cumpre com a qualidade mínima e eliminamos essa e ficamos com 29. Não podemos é fazer isso quando temos 10 provas e estar com exigências de todo o tamanho e de 10 passamos a 8 provas, isto aqui é que tem de ser bem pensado.

Mário Costa
Loïc Sweze e Vítor Santos em luta durante o Ciclocrosse Internacional de Valongo, em 2018.
Foto: Arquivo do site passioncyclisme-31

Costa matiza que, primeiro, é preciso aumentar o número de provas e, depois, sim, pensar em fazer uma prova de cariz internacional.

A seguir é que se podia pensar em alguma prova internacional, para já acho que isso não tem muito sentido, visto que não temos nenhum atleta Elite que se dedique exclusivamente ao ciclocrosse e acho que isso só pode passar a acontecer quando tivermos mais provas e os atletas forem mais bem pagos.

Mário Costa
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